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quarta-feira, 16 de setembro de 2015

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Art Sullivan

JORNAL DAS CALDAS

Gala Mais Oeste com Art Sullivan

Abril 29th, 2009

A 94.8 FM Rádio tem levado a cabo nestes últimos anos iniciativas que visam galardoar figuras ou entidades que se têm destacado aos mais variados níveis.

Com espectáculos que têm sido produzidos em vários concelhos da Região Oeste, a estação emissora tem conseguido criar momentos únicos. A Gala Mais Oeste - Óbidos é o primeiro evento do género este ano. As entradas são gratuitas.
Na próxima quinta-feira, às 21h30, na sala Oppidum do Hotel Mansão da Torre, em Óbidos, serão entregues galardões que foram indicados pelos ouvintes da 94.8 FM Rádio e leitores do Jornal Mais Oeste. No espectáculo vão participar Patrícia Cruz, Axel, Némanus, Rebeca, Hugo e o veterano Art Sullivan.
Art Sullivan receberá o “Prémio Carreira” desta gala tendo em conta que se trata de uma presença de vulto. O conhecido cantor vai estar pela primeira vez nesta região.
Estará às 19h nas instalações da 94.8 FM para uma entrevista e para um encontro mais próximo com alguns fãs.
Art Sullivan é um cantor belga, autor de alguns dos maiores êxitos musicais da década de 70. Temas como “Petite fille aux yeux bleus”, “Petite demoiselle”, entre outros, fizeram grandes sucesso.

Audiências

Em pouco tempo a 94.8 FM rádio tornou-se numa das estações locais mais ouvidas da Região Oeste na Internet (onde se regista um número crescente de ouvintes), quando comparada com as suas concorrentes mais próximas, segundo o Roli-Projecto Nacional de Rádios Online).
Com licença para emitir no concelho do Bombarral, a 94.8 FM tem estúdios nas Caldas da Rainha, mas assume-se como rádio da região Oeste.
“O projecto que idealizámos só poderá ter sustentabilidade se for encarado de uma forma abrangente. Não deixamos de cumprir as obrigações legais que nos são determinadas. Assumimos sim a responsabilidade de ser a rádio de uma área geograficamente mais ampla. Estamos agora no centro da região que abrangemos em termos de emissão”, refere Manuel Lopes, um dos administradores.
“Todos os dias dedicamos nas nossas emissões várias horas ao serviço público, porque acreditamos que é essa a nossa vocação”, adianta o empresário.

Debate

“Pontos de Vista” é o novo programa de informação da 94.8 FM, todas as quartas-feiras, às 19 horas, uma emissão que se traduz num debate político sobre a actualidade regional.
Este programa, moderado por Francisco Gomes, tem a participação de Tinta Ferreira, do PSD, Jorge Sobral, do PS, Duarte Nuno, do CDS-PP, e Vítor Fernandes, da CDU.
Numa conjuntura de crise, de grandes dificuldades e indecisões e com a aproximação de três actos eleitorais, este espaço torna-se oportuno para o esclarecimento de eventuais dúvidas e na formação da opinião pública.
Nesta emissão os ouvintes poderão sugerir assuntos que gostariam de ver debatidos, através do e-mail: geral@maisoeste.pt

O programa é transmitido em directo à quarta-feira às 19 horas e tem reposição ao sábado às 13 horas.

Art Sullivan

ÓBIDOS

ART SULLIVAN NA GALA MAIS OESTE

EDICÇÃO 29-04-2009

Francisco Gomes

Art Sullivan, cantor belga, autor de alguns dos maiores êxitos musicais da década de 70, vai estar pela primeira vez na região Oeste. Vai receber o “Prémio Carreira” da Gala Mais Oeste – Óbidos.

Temas como “Petite fille aux yeux bleus”, “Leana”, “Petite demoiselle”, entre outros, fizeram grande sucesso na voz de Art Sullivan, que dará autógrafos aos fãs na próxima quinta-feira, a partir das 21h30, na sala Oppidum do Hotel Mansão da Torre, em Óbidos.

Nessa ocasião serão também entregues galardões a figuras ou entidades que se têm destacado aos mais variados níveis no concelho de Óbidos e que foram indicados pelos ouvintes da 94.8 FM Rádio e leitores do Jornal Mais Oeste.

No espectáculo vão participar Patrícia Cruz, Axel, Némanus, Rebeca e Hugo, para além de Art Sullivan.

As entradas são gratuitas.



ÓBIDOS

ART SULLIVAN DANS LA GALA PLUS OUEST

Eédition 29-04-2009

Francisco Gomes

Art Sullivan, chanteur belge, auteur de certains des plus grands succès musicaux de la décennie de 70, vont être pour la première fois dans la région Ouest. Va recevoir le « Prix Carrière » de la Gala Plus Ouest - Óbidos.

Sujets je mange « Petite fille aux yeux bleus », « Leana », « Petite demoiselle », entre autres, ont fait grand succès dans la voix d'Art Sullivan, qui donnera des autographes aux fans proche jeudi, à partir de la 21h30, à la salle Oppidum de l'Hôtel Demeure de Torre, dans Óbidos.

À cette occasion aussi seront livrées à des récompenses à des figures ou des entités qui se sont détachées à plus variés niveaux dans la commune de Óbidos et qu'ont été indiqués par les auditeurs des 94,8 FM Radio et lecteurs du Journal Plus Ouest.

Le spectacle vont participer Patricienne Croix, Axel, Némanus, Rebeca et Hugo, outre Art Sullivan.

Les entrées sont gratuites.

domingo, 15 de março de 2009

terça-feira, 10 de março de 2009

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Art sullivan



CORREIO DA MANHÃ

Catarina Furtado recebe cantor romântico
Sullivan em ‘A Minha Geração’

Art Sullivan regressa mais uma vez a Portugal, e ao canal que o catapultou para a fama no nosso país em meados dos anos 70: a RTP 1.

No próximo dia 14 de Dezembro, o artista belga é o convidado de Catarina Furtado no programa ‘A Minha Geração’, onde deverá cantar três dos seus grandes êxitos musicais. 'Foi graças a uma emissão importante de Fim de Ano na RTP 1, a 31 de Dezembro 1973/74, que os meus temas ‘Petit Demoiselle’, ‘Jenny’ ou ‘Viens Prés de Moi’ se tornaram grandes sucessos em Portugal', recorda à Correio TV Art Sullivan.

O cantor e compositor, de 57 anos, vai estar à conversa com Catarina Furtado no programa da estação pública que recorda êxitos de várias épocas. 'Será com imenso prazer que falarei da minha carreira', conta. Autor de temas que marcaram uma geração, Art Sullivan chegou a encher salas de espectáculos em Portugal. Em 1978 fez uma pausa nas cantigas para se dedicar a outros projectos artísticos, nomeadamente à composição e produção audiovisual. 'Quando parei de cantar fui viver para a Califórnia uns anos e formei uma sociedade de produção de audiovisuais, sobretudo de documentários. Mas a música continuou a fazer parte da minha vida', afirma. E pelo menos uma das suas produções já foi exibida em Portugal: ‘Eureka’. 'Tratava-se de documentários sobre curiosidades históricas e científicas, como por exemplo, quem inventou o papel higiénico, a pasta dentífrica, etc.. Soube que o programa foi exibido na SIC. O audiovisual, a imagem e a música fazem um casamento a três perfeito', revela o cantor.

Outra produção de sucesso da sua empresa, e que obteve um enorme sucesso em 24 países, é sobre as famílias reais. Este trabalho foi vendido para as televisões de todo o Mundo, incluindo a China. Êxito idêntico conseguiu uma outra série sobre as grandes cidades do Mundo, sendo a de Sydney (Austrália) uma das retratadas. Intitulada ‘Ontem e Hoje’, esta produção foi exibida nas televisões de 24 países. Art Sullivan voltou depois às cantigas e, em 2006, lançou um álbum de originais. A ligação de Art Sullivan a Portugal não se fica pelas suas cantigas... e produções. Ele descobriu e vai lançar um cantor português.

PERFIL

Art Sullivan, nome artístico de Marc Liénart Van Lidth de Jeude, tem 58 anos e sangue azul. É primo da princesa Matilde da Bélgica. Entre 1972-78 vendeu uma dezena de milhões de discos em França, Bélgica, Alemanha, Portugal, Espanha, América Latina, Polónia e Holanda. Tem uma empresa de produção de audiovisuais.

TALENTO

HUGO SHANKI

O jovem talento português que Art Sullivan descobriu, Hugo Shanki, vai lançar o seu primeiro álbum produzido pelo cantor belga. O CD chega a Portugal em Março de 2009. 'Descobri o Hugo no YouTube, a cantar ‘Petit Demoiselle’ e emocionei-me com a sua interpretação', revela. O cantor convidou o jovem português da Póvoa de Varzim para ir até à Bélgica para o conhecer. Art Sullivan diz que jamais pensou que um dia se iria ocupar da carreira de alguém, mas quando ouviu a voz de Hugo pela primeira vez percebeu que ele 'tem um talento excepcional e raro' e ofereceu-se para criar as músicas para as canções do jovem. 'O álbum terá temas cantados em português e em francês', explica.

Teresa Oliveira



Art Sullivan: Petite Demoiselle Live at RTP 1 Show (2008)

domingo, 3 de junho de 2007

Art Sullivan: Entrevista


O PRIMEIRO DE JANEIRO

Ana Sofia Rosado

“Pensei que estava esquecido”

O melhor dos êxitos é o repertório que Art Sullivan prepara para cada espectáculo. Lisboa e Porto são as cidades escolhidas para barómetro da popularidade que o cantor belga conquistou junto dos portugueses há três décadas. A sua energia vem do público, garante quem quer cantar até morrer.

Art Sullivan continua Art Sullivan, mas agora a sua música reflecte outro olhar. Um olhar que privilegia, por exemplo, a beleza do pôr-do-sol. Mais de trinta anos volvidos, o incorrigível romântico só quer continuar a reencontrar-se com o público. Em entrevista ao JANEIRO, o cantor belga partilhou o gosto pelos espectáculos ao vivo e a importância de ser independente das modas musicais.

Art Sullivan regressa este mês a Portugal, depois de ter actuado na Feira de Mateus, em Viseu, no ano passado. Êxitos como «Ensemble», «Petit fille aux yeux bleus», «Adieu sois Heureuse», «Une larme d’amour», «Un océan de caresses», «Donne-donne moi» e «Petit demoiselle» vão ser revisitados dias 25 e 26 nos Coliseus de Lisboa e Porto, respectivamente. O alinhamento inclui temas do último álbum de originais «Tout est dans tout» de 2006. Portugal é um dos países onde conquistou maior popularidade, tendo esgotado as actuações em 1977 perante dezenas de milhares de pessoas. Nos próximos concertos, vai procurar “o reencontro da comunhão, contactar de novo com o público português”, adiantou.

Desde 1972, quando lançou o primeiro êxito em França «Ensemble», Art Sullivan compôs e cantou intensamente durante seis anos. Em 1978 decidiu deixar de actuar: “Quando deixei a canção, continuei a escrever música genérica na minha produtora audiovisual. Era um tempo diferente e deixei de ter inspiração para a época. Preferi parar do que fazer coisas de que não gostava, mas não o disse a ninguém, simplesmente não continuei”. O cantor dedicou-se, então, à produção e composição musical para documentários, programas educativos e séries que granjearam igual sucesso junto dos públicos. A década de 90 trouxe novidades, sobretudo para o próprio Art Sullivan.

“Quando decidiram editar o CD duplo «36 Canções» com os grandes êxitos da minha carreira, pensei que eu estava esquecido. Contudo, em França venderam-se 200 mil discos e em Portugal o disco atingiu a platina. Fiquei muito surpreendido e foi isso que me fez regressar”, explica. A nova fase significou voltar “à festa que são os concertos”, porque “o contacto com o público é o mais importante”, diz. A experiência foi renovadora e fê-lo redescobrir a magia dos concertos: “É o público que me dá energia em palco”. O espanto acompanhou o regresso, pois há 15 anos que ninguém ouvia falar de Art Sullivan. “As mulheres pensavam que eu estava morto!”, brinca.

Apesar da forte concorrência que encontrou não perdeu a segurança: “Nunca fiz a minha carreira em função dos outros cantores. Faço o que gosto, o público aprecia ou não, mas faço-o na esperança de que o público também goste”.
Em retrospectiva, Art Sullivan considera que muitas coisas mudaram no mundo da canção. “Penso que antes era mais simples, como no amor. Ou se ama ou não, é químico.

Na música, como na natureza, é a atracção que funciona. São coisas muito simples e entristece-me o facto de hoje, por vezes, complicar-se tudo demasiado. O mundo da música está mais simplificado, mas pensa-se que o simples é ridículo. Quando eu digo ‘amo-te’ é simples, mas hoje querem dizê-lo de outra forma. A minha maneira é a mesma, porque desde que existem homem e mulher as emoções são sempre naturais. Já o eram no tempo de Júlio César, há dois mil anos, e serão sempre.‘Amo-te’ diz-se sempre da mesma maneira”, mantém.

Depois de ter estado nos Estados Unidos a compor música para filmes, Art Sullivan dá início em Portugal à mini-tour europeia, com concertos na Bélgica e em França. Considerando que ficou muito tempo sem compor canções – “quase 24 anos” –, o músico destaca as diferenças: “Cantei durante os anos 70, mas agora tenho 57 anos. É na mesma Art Sullivan, mas 25 anos depois. Vejo as coisas de outra maneira, o pôr-do-sol, por exemplo, agora é muito bonito”.

Novos projectos na música, existem sempre, mas hoje o mais importante para Art Sullivan são os espectáculos. “O meu principal projecto é o reencontro com o público”, garante o cantor belga, que espera cantar até à sua morte.