sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Art Sullivan

Acaricio lentamente a flor da acácia
Seus pétalas são suaves
como as nuvens do céu
O seu perfume penetra em minhas mãos
Apenas um suspiro torna-me eterna e breve
Voo já que a minha alma me pede
Na fresca madrugada em Primavera
Prendida em meus lábios
Prendidas borboletas douradas


terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Art Sullivan



E uma motivação, motiva o coração saber que estás 
Es o meu sonho muitas vezes não quero despertar-me
Es o que sentia e sinto e não quero perder-te
Tu és ternura, tu és amor, tu és paixão
Meus olhos choram por ver-te porque somente querem falar-te
Mas ao mesmo tempo querem ver-te de longe e estranhar-te
... Te Amo

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Art Sullivan Bela Poesia



 Envolver-me em teus braços
Esquecer o mundo
Deixar o silencio falar
Ouvir o teu sorriso
E estar em tua vida
Ainda que em forma de poesia

Quando o céu encher-se de estrelas
Não permitirei que te vás
Quero adormecer em teus braços
Sentir o cheiro dos teus cabelos
Dar um beijo em tua boca
Segurar em tua mão
E sonhar com o paraíso

Obrigada Art Sullivan 








domingo, 27 de janeiro de 2013

Art Sullivan


Sem querer um dia comecei a amar-te
E dormindo comecei a sonhar-te
Sem esperar um dia comecei a olhar-te
E sem esperar encontrei-te de verdade
O céu fez-se visível nos teus olhos
Junto a tua estrela
As mais relíquias delicias
As minhas própias caricias




quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

sábado, 22 de dezembro de 2012

Art Sullivan... Boas festas

Eternamente belo! Uma fotografia Mágica 
Felizes festas a todos vocês e bem-vindos...
Um próspero ano 2013


terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Art Sullivan



A minha liberdade
Ainda tímida i recém saída
Do invólucro da invisibilidade
La tinha prostrada, débil, escondida
Te ofereço meus sentimentos inacabados
Ainda não burilados
No há vida
Sem verdadeira serenidade
A minha alma na frescura dos mares
Azulados pela cor do céu
soltei-me ao vento
Sacudi a linda brisa
Nas asas do lindo sonho
Voei horizontes verdes
Tudo era leve e belo
Os meus pés descalços
O meu caminhar errante
Planei as profundezas convexas
Do espírito e encontrei paz
Ainda que por um evaporável instante
Estavas lá